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A expansão das Feiras de Negócios

Foto sr. Armando - pres. Ubrafe

Formatos que impulsionam a cadeia produtiva do setor de eventos

Por Armando Arruda Pereira Campos Mello (*)

O poder de concretizar novos negócios, realizar pesquisa sobre novos produtos e principalmente encontrar compradores, produtores, fornecedores e distribuidores com as principais novidades do setor da economia. Tudo acontece nas Feiras de Negócios das associadas da Ubrafe, – União Brasileira dos Promotores de Feiras. E este mercado que movimenta riquezas da ordem de R$16 bilhões por ano, somente na Cidade de São Paulo, está expandido seus horizontes para as demais regiões do Brasil.

As feiras setoriais são o termômetro da economia brasileira; o que significa que quando um dos setores econômicos vai bem, as feiras refletem os novos ventos da conjuntura econômica. E quando há retração, conseguem agregar bons ventos aos seus participantes e funcionar como uma mola propulsora de geração de negócios. Por mais que a internet e outras formas de comunicação facilitem o contato com os parceiros comerciais, não há nada que substitua o contato cara a cara – olho no olho – entre produtor e canal de distribuição. E é isso que esse tipo de evento proporciona. Além disso, os empresários que participam das feiras têm ainda a chance de conquistar dezenas de novos clientes de todo o País e do exterior.

Por essas razões, não são poucas as empresas que conquistaram boa parte de sua carteira de clientes através dos contatos, realizados em dezenas de feiras ao longo dos anos. E também são em grande número as empresas que, ano após ano, conseguem vender a produção de meses exclusivamente através dos contatos iniciados em uma única feira de negócios.

Mas isso não acontece num passe de mágica. O empresário precisa de muito planejamento e preparação, necessita ter preço, produto e traçar uma estratégia com o foco correto. Há inúmeras ações que deve realizar antes, durante e depois da feira para obter o melhor retorno.

O Brasil tem um vasto e qualificado calendário de Feiras de Negócios e começa a sua ampliação para o mercado, realizando eventos consagrados na região Sudeste em outras regiões. O aumento de áreas de exposição e o apoio da rede hoteleira apta para receber turistas corporativos contribuem para essamigração e ampliam o calendário de Feiras de Negócios das principais promotoras associadas da Ubrafe.

Existem muitos setores beneficiados com a realização de Feiras: construção, industrial, metal mecânico, metalurgia e material elétrico, hotelaria, logística, impressão, sinalização, serigrafia e toda a cadeia produtiva do ramo têxtil. Favorecidos, esses setores geram riquezas e beneficiam a economia local. O Brasil, com suas peculiaridades, riqueza e conhecimento de necessidades especificas de mercado consegue transportar feiras e garantir um desenvolvimento efetivo desse tipo de negócio. Os eventos farão a diferença na economia local, gerando riqueza e desenvolvimento nas principais localidades brasileiras, a começar pelas Regiões Nordeste e Sul.

(*) Armando Pereira Campos Mello é Presidente Executivo da Ubrafe -União Brasileira dos Promotores de Feiras e Diretor Superintendente do SINDIPROM/SP – Sindicato das Empresas de Promoção, Organização e Montagem de Feiras, Congressos e Eventos do Estado de São Paulo.

A expansão das Feiras de Negócios

Foto sr. Armando - pres. Ubrafe

Formatos que impulsionam a cadeia produtiva do setor de eventos

Por Armando Arruda Pereira Campos Mello (*)

O poder de concretizar novos negócios, realizar pesquisa sobre novos produtos e principalmente encontrar compradores, produtores, fornecedores e distribuidores com as principais novidades do setor da economia. Tudo acontece nas Feiras de Negócios das associadas da Ubrafe, – União Brasileira dos Promotores de Feiras. E este mercado que movimenta riquezas da ordem de R$16 bilhões por ano, somente na Cidade de São Paulo, está expandido seus horizontes para as demais regiões do Brasil.

As feiras setoriais são o termômetro da economia brasileira; o que significa que quando um dos setores econômicos vai bem, as feiras refletem os novos ventos da conjuntura econômica. E quando há retração, conseguem agregar bons ventos aos seus participantes e funcionar como uma mola propulsora de geração de negócios. Por mais que a internet e outras formas de comunicação facilitem o contato com os parceiros comerciais, não há nada que substitua o contato cara a cara – olho no olho – entre produtor e canal de distribuição. E é isso que esse tipo de evento proporciona. Além disso, os empresários que participam das feiras têm ainda a chance de conquistar dezenas de novos clientes de todo o País e do exterior.

Por essas razões, não são poucas as empresas que conquistaram boa parte de sua carteira de clientes através dos contatos, realizados em dezenas de feiras ao longo dos anos. E também são em grande número as empresas que, ano após ano, conseguem vender a produção de meses exclusivamente através dos contatos iniciados em uma única feira de negócios.

Mas isso não acontece num passe de mágica. O empresário precisa de muito planejamento e preparação, necessita ter preço, produto e traçar uma estratégia com o foco correto. Há inúmeras ações que deve realizar antes, durante e depois da feira para obter o melhor retorno.

O Brasil tem um vasto e qualificado calendário de Feiras de Negócios e começa a sua ampliação para o mercado, realizando eventos consagrados na região Sudeste em outras regiões. O aumento de áreas de exposição e o apoio da rede hoteleira apta para receber turistas corporativos contribuem para essamigração e ampliam o calendário de Feiras de Negócios das principais promotoras associadas da Ubrafe.

Existem muitos setores beneficiados com a realização de Feiras: construção, industrial, metal mecânico, metalurgia e material elétrico, hotelaria, logística, impressão, sinalização, serigrafia e toda a cadeia produtiva do ramo têxtil. Favorecidos, esses setores geram riquezas e beneficiam a economia local. O Brasil, com suas peculiaridades, riqueza e conhecimento de necessidades especificas de mercado consegue transportar feiras e garantir um desenvolvimento efetivo desse tipo de negócio. Os eventos farão a diferença na economia local, gerando riqueza e desenvolvimento nas principais localidades brasileiras, a começar pelas Regiões Nordeste e Sul.

(*) Armando Pereira Campos Mello é Presidente Executivo da Ubrafe -União Brasileira dos Promotores de Feiras e Diretor Superintendente do SINDIPROM/SP – Sindicato das Empresas de Promoção, Organização e Montagem de Feiras, Congressos e Eventos do Estado de São Paulo.

A expansão das Feiras de Negócios

Foto sr. Armando - pres. Ubrafe

Formatos que impulsionam a cadeia produtiva do setor de eventos

Por Armando Arruda Pereira Campos Mello (*)

O poder de concretizar novos negócios, realizar pesquisa sobre novos produtos e principalmente encontrar compradores, produtores, fornecedores e distribuidores com as principais novidades do setor da economia. Tudo acontece nas Feiras de Negócios das associadas da Ubrafe, – União Brasileira dos Promotores de Feiras. E este mercado que movimenta riquezas da ordem de R$16 bilhões por ano, somente na Cidade de São Paulo, está expandido seus horizontes para as demais regiões do Brasil.

As feiras setoriais são o termômetro da economia brasileira; o que significa que quando um dos setores econômicos vai bem, as feiras refletem os novos ventos da conjuntura econômica. E quando há retração, conseguem agregar bons ventos aos seus participantes e funcionar como uma mola propulsora de geração de negócios. Por mais que a internet e outras formas de comunicação facilitem o contato com os parceiros comerciais, não há nada que substitua o contato cara a cara – olho no olho – entre produtor e canal de distribuição. E é isso que esse tipo de evento proporciona. Além disso, os empresários que participam das feiras têm ainda a chance de conquistar dezenas de novos clientes de todo o País e do exterior.

Por essas razões, não são poucas as empresas que conquistaram boa parte de sua carteira de clientes através dos contatos, realizados em dezenas de feiras ao longo dos anos. E também são em grande número as empresas que, ano após ano, conseguem vender a produção de meses exclusivamente através dos contatos iniciados em uma única feira de negócios.

Mas isso não acontece num passe de mágica. O empresário precisa de muito planejamento e preparação, necessita ter preço, produto e traçar uma estratégia com o foco correto. Há inúmeras ações que deve realizar antes, durante e depois da feira para obter o melhor retorno.

O Brasil tem um vasto e qualificado calendário de Feiras de Negócios e começa a sua ampliação para o mercado, realizando eventos consagrados na região Sudeste em outras regiões. O aumento de áreas de exposição e o apoio da rede hoteleira apta para receber turistas corporativos contribuem para essamigração e ampliam o calendário de Feiras de Negócios das principais promotoras associadas da Ubrafe.

Existem muitos setores beneficiados com a realização de Feiras: construção, industrial, metal mecânico, metalurgia e material elétrico, hotelaria, logística, impressão, sinalização, serigrafia e toda a cadeia produtiva do ramo têxtil. Favorecidos, esses setores geram riquezas e beneficiam a economia local. O Brasil, com suas peculiaridades, riqueza e conhecimento de necessidades especificas de mercado consegue transportar feiras e garantir um desenvolvimento efetivo desse tipo de negócio. Os eventos farão a diferença na economia local, gerando riqueza e desenvolvimento nas principais localidades brasileiras, a começar pelas Regiões Nordeste e Sul.

(*) Armando Pereira Campos Mello é Presidente Executivo da Ubrafe -União Brasileira dos Promotores de Feiras e Diretor Superintendente do SINDIPROM/SP – Sindicato das Empresas de Promoção, Organização e Montagem de Feiras, Congressos e Eventos do Estado de São Paulo.

A expansão das Feiras de Negócios

Foto sr. Armando - pres. Ubrafe

Formatos que impulsionam a cadeia produtiva do setor de eventos

Por Armando Arruda Pereira Campos Mello (*)

O poder de concretizar novos negócios, realizar pesquisa sobre novos produtos e principalmente encontrar compradores, produtores, fornecedores e distribuidores com as principais novidades do setor da economia. Tudo acontece nas Feiras de Negócios das associadas da Ubrafe, – União Brasileira dos Promotores de Feiras. E este mercado que movimenta riquezas da ordem de R$16 bilhões por ano, somente na Cidade de São Paulo, está expandido seus horizontes para as demais regiões do Brasil.

As feiras setoriais são o termômetro da economia brasileira; o que significa que quando um dos setores econômicos vai bem, as feiras refletem os novos ventos da conjuntura econômica. E quando há retração, conseguem agregar bons ventos aos seus participantes e funcionar como uma mola propulsora de geração de negócios. Por mais que a internet e outras formas de comunicação facilitem o contato com os parceiros comerciais, não há nada que substitua o contato cara a cara – olho no olho – entre produtor e canal de distribuição. E é isso que esse tipo de evento proporciona. Além disso, os empresários que participam das feiras têm ainda a chance de conquistar dezenas de novos clientes de todo o País e do exterior.

Por essas razões, não são poucas as empresas que conquistaram boa parte de sua carteira de clientes através dos contatos, realizados em dezenas de feiras ao longo dos anos. E também são em grande número as empresas que, ano após ano, conseguem vender a produção de meses exclusivamente através dos contatos iniciados em uma única feira de negócios.

Mas isso não acontece num passe de mágica. O empresário precisa de muito planejamento e preparação, necessita ter preço, produto e traçar uma estratégia com o foco correto. Há inúmeras ações que deve realizar antes, durante e depois da feira para obter o melhor retorno.

O Brasil tem um vasto e qualificado calendário de Feiras de Negócios e começa a sua ampliação para o mercado, realizando eventos consagrados na região Sudeste em outras regiões. O aumento de áreas de exposição e o apoio da rede hoteleira apta para receber turistas corporativos contribuem para essamigração e ampliam o calendário de Feiras de Negócios das principais promotoras associadas da Ubrafe.

Existem muitos setores beneficiados com a realização de Feiras: construção, industrial, metal mecânico, metalurgia e material elétrico, hotelaria, logística, impressão, sinalização, serigrafia e toda a cadeia produtiva do ramo têxtil. Favorecidos, esses setores geram riquezas e beneficiam a economia local. O Brasil, com suas peculiaridades, riqueza e conhecimento de necessidades especificas de mercado consegue transportar feiras e garantir um desenvolvimento efetivo desse tipo de negócio. Os eventos farão a diferença na economia local, gerando riqueza e desenvolvimento nas principais localidades brasileiras, a começar pelas Regiões Nordeste e Sul.

(*) Armando Pereira Campos Mello é Presidente Executivo da Ubrafe -União Brasileira dos Promotores de Feiras e Diretor Superintendente do SINDIPROM/SP – Sindicato das Empresas de Promoção, Organização e Montagem de Feiras, Congressos e Eventos do Estado de São Paulo.