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Pesquisa revela que brasileiros desejam monitoramento policial por câmeras de segurança

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Os brasileiros consideram a implantação de câmeras de monitoramento integradas às centrais de polícia, para garantir segurança pública, como a melhor contribuição da tecnologia para o desenvolvimento urbano. É o que aponta pesquisa encomendada pela Instituto de Engenheiros Eletricistas Eletrônicos (IEEE) ao Instituto Datafolha. Entre as 10 opções de tecnologias apresentadas, mais de um terço dos entrevistados (36%) optou pela alternativa citada

‘Semáforos inteligentes’ e ‘acessibilidade/apoio a deficientes físicos nos meios de transporte públicos’ praticamente empataram em segundo lugar, com índices semelhantes (15% e 14%, respectivamente). Os entrevistados escolheram as opções ‘internet sem fio em ruas e praças’ e ‘monitoramento de tráfego urbano em tempo real’ em 8% dos casos; ‘interação dos usuários com serviços de transporte público’, em 7%; ‘veículos elétricos’, em 4%; ‘identificação automática de veículos’ e ‘instalação de sensores em postes de iluminação’ foram lembradas em 3% das entrevistas; e ‘sistemas inteligentes para cobrança de passagens’, em 2%.

Outro ponto abordado na pesquisa era sobre quais serviços deveriam receber mais investimentos em tecnologia. A saúde pública liderou as preferências da população, com 30% das indicações. Em seguida, aparecem segurança pública (23%) e educação (18%). Saneamento básico (8%), serviços de telecomunicação e conectividade (7%), transporte coletivo e mobilidade urbana (5%), iluminação pública (5%), fornecimento de energia elétrica (3%) e coleta de lixo (2%) fecham a lista.

O estudo sobre os recursos tecnológicos desejados pelos brasileiros para melhorar a qualidade de vida em suas cidades ouviu mais de 2 mil pessoas, de 130 municípios de diferentes portes, em 4 regiões do país.

A pesquisa quantitativa foi realizada com a abordagem pessoal dos entrevistados em pontos de fluxo populacionais, com aplicação de um questionário estruturado com cerca de 10 minutos de duração. O universo dos pesquisados incluiu população adulta brasileira, com 16 anos ou mais, de todas as classes sociais, em 130 municípios de pequeno, médio e grande porte.

Fonte: Tribuna do Norte

Governo do MS investe R$ 20 milhões em modenização da radiocomunicação

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“Visa ter um melhor desempenho dos profissionais e maior sigilo”

Governo do Estado informou nesta segunda-feira (24), que investirá 20 milhões e sistemas de radiocomunicação que serão disponibilizados para profissionais da segurança em Mato Grosso do Sul, e 23 municípios serão contemplados, dando prioridade para os municípios na faixa da fronteira com Bolívia e Paraguai.

De acordo com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), o sistema que vinha sendo utilizado no Estado é analógico e obsoleto frente às novas tecnologias existentes no mercado, o que poderia representar riscos no enfrentamento à criminalidade e comprometer o atendimento do Corpo de Bombeiros e o sucesso das operações realizadas pelas polícias Civil e Militar, principalmente na região de fronteira.

Levantamento feito pela Divisão de Telecomunicações da Sejusp (Divitel) apontam que inicialmente o novo sistema atenderá mais de 2 mil profissionais da segurança pública, entre bombeiros, policiais civis e militares, agentes penitenciários e socioeducadores e mais de 721 mil habitantes.

Com o convênio firmado com a Senasp dentro do programa Estratégia Nacional de Fronteira, serão adquiridos 399 rádios portáteis, instaladas 20 novas torres de radiocomunicação, 20 repetidoras, 280 novos rádios em viaturas e 101 rádios fixos nas delegacias da Polícia Civil, quartéis, pelotões, companhias e batalhões da Polícia Militar e dos Bombeiros.

Mudanças 

O projeto prevê ainda a implantação de duas novas e modernas centrais, nos moldes do Centro Integrado de Operações (Ciops), uma central em Campo Grande e outra no município de Dourados. O major Cláudio Bezerra da Silva, um dos diretores da Divitel explica que a necessidade de duas centrais se faz necessário para manter a comunicação. “Caso uma falhe a segunda assume, garantindo assim a continuidade das comunicações”, enfatiza.

Segundo o secretário de segurança o uso de tecnologia digital na segurança é uma exigência da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e com esse investimento o Estado se antecipa à mudança e adéqua o sistema aos novos padrões nacionais. “Até o ano que vem concluímos o projeto na região de fronteira e até 2019 queremos modernizar o sistema de radiocomunicação das forças de segurança de todos os municípios de Mato Grosso do Sul”, assegura. (Com assessoria).

Fonte: MS Notícias

Hikvision, única empresa de segurança eletrônica entre as mais inovadoras do mundo, segundo a Forbes

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Os especialistas de negócio da Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo, destacaram a marca pelo alto valor investido em P&D e pelo seu crescimento nos últimos 5 anos

A Hikvision, empresa global líder mundial no fornecimento de videomonitoramento, é a única empresa do setor segurança eletrônica a entrar no ranking Forbes das 100 companhias mais inovadoras do mundo em 2016. Na 91ª posição, a multinacional que fornece soluções de alta tecnologia para o mercado de segurança, ficou à frente de multinacionais conhecidas, como a Coca-Cola, marca avaliada em quase US$ 200 bilhões.

Neste ranking, reconhecido mundialmente, há grandes marcas como: Under Amour, Unilever, Amazon, Netflix, LG, Visa, Mastercard, Adobe, Reckitt Benckiser Group, Cielo, Allergan, Colgate-Palmolive e Coca-Cola. Muitas marcas não aparecem no ranking devido as métricas dos especialistas da revista que estão pautadas em resultados financeiros e também na avaliação de propostas de mercado, novos produtos e até publicidade.

“ Hoje estamos em um novo momento da economia, onde novas empresas se destacam em um cenário de extrema concorrência. Fundada em 2001, e idealiazada por um sonho em democratizar a alta tecnologia da segurança eletrônica a todos os países do mundo, a Hikvision ganha o seu reconhecimento pelo foco em inovação e qualidade. Estamos orgulhosos em ser a única empresa do setor de segurança eletrônica no ranking das 100 empresas mais inovadoras do mundo segundo a Forbes, assumindo a posição de empresa vanguarda do segmento.” – comenta Edson Santos, Coordenador de Marketing da Hikvision para o Brasil.

A Revista Forbes ainda destaca o crescimento da empresa que atingiu 2 dígitos no último ano, e sua presença na “Forbes Global 2000”, lista anual que traz as 2000 maiores companhias do mundo listadas na bolsa de valores. A empresa ocupa atualmente a 1098º, a frente de empresas como Air-France-KLM, Harley-Davidson, PRADA, Mattel, Nintendo, Alstom, SanDisk, Eletrobrás, Bombardier e Electronic Arts. Além da Hikvision, outras empresas chinesas foram destaque, como as três primeiras colocadas (ICBC, China Construction Bank e Agricultural Bank of China). No total, o país possui mais de 200 companhias no Global 2000, ficando atrás somente dos Estados Unidos.

Hikvision confirma presença na ISC Brasil 2017

A Hikvision, que é líder mundial no fornecimento de soluções e de produtos de videovigilância e segurança eletrônica, estará expondo na ISC Brasil 2017!

Contando com a mais forte equipe de P&D da indústria mundial, a Hikvision projeta, desenvolve e fabrica câmeras de alta tecnologia e de alta definição, incluindo uma variedade de câmeras IP, câmeras analógicas e câmeras que apresentam o que há de mais moderno em tecnologia analógica de alta definição. O portfólio de produtos da Hikvision também inclui servidores de vídeo digital, DVRs híbridos e autônomos, NVRs e outros elementos de sistemas de segurança sofisticados para uso tanto em ambientes internos quanto externos.

Cadastre-se e fique por dentro de tudo que será levado na ISC Brasil 2017, que acontece de 18 a 20 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo!

 

Sistema Detecta ganha 97 novas câmeras de monitoramento

O governador do Estado de São Paulo, Dr. Geraldo Alckmin anunciou a expansão do Sistema Detecta na sede do COPOM - Centro de Operações da Polícia Militar. Local: São Paulo/SP. Data: 18/10/2016. Foto: Alexandre Carvalho/A2img

Incorporação dos equipamentos acontece a partir de novembro

A partir de novembro deste ano, o Detecta, sistema de monitoramento inteligente implantado pelo Governo do Estado de São Paulo, vai incorporar mais 97 câmeras, instaladas pela prefeitura em todas as regiões da capital.

Desde a assinatura do convênio entre o Estado e a prefeitura, em julho passado, já foram integradas 178 câmeras de monitoramento das 900 que se pretende agregar ao sistema, de forma progressiva.

O anúncio da incorporação, bem como dos resultados obtidos nos últimos dois meses, foi feito pelo governador Geraldo Alckmin na terça-feira passada (18). “Estamos ampliando esse trabalho e todos os dias mais câmeras de vídeo estão sendo integradas”, disse.

“Antes era um arquipélago isolado e agora integramos todos os bancos de dados das polícias civil, científica e militar. O sistema é um ‘Big Data’ da polícia, extremamente eficiente”, afirmou Alckmin ao destacar as características do sistema e a sua ampliação.

De agosto passado até 17 de outubro deste ano, as câmeras com leitores de placa da prefeitura emitiram 12.023 alertas ao Copom (Centro de Operações da Polícia Militar). Como resultado, foram realizadas 539 prisões em flagrante, interceptados 402 veículos e apreendidas 22 armas de fogo.

Resultados

Alckmin também comentou o resultado da incorporação ao sistema das câmeras de vídeo, tanto do setor público como do setor privado, câmeras de rodovias estaduais, federais e municipais, além de órgãos do governo como a Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) e DER (Departamento de Estradas de Rodagem).

“Essas imagens passam pelo sistema de vídeo analítico de um software inteligente e trazem bons resultados. Não apenas com relação aos veículos, mas também elucidando e ajudando a prender sequestradores, fugitivos, estelionatários, enfim, um trabalho e uma ferramenta muito importante para a segurança Pública”, afirmou o governador, que também elogiou a postura dos policiais que trabalham com o sistema. “Não adianta ter uma boa tecnologia se não se tem uma polícia preparada para o serviço”, completou.

O Detecta

Muito mais que um sistema de monitoramento inteligente, o sistema Detecta é o maior Big Data (conjunto de informações armazenadas) da América Latina, que integra bancos de dados das polícias paulistas, como os registros de ocorrências, Fotocrim (banco de dados de criminosos com arquivo fotográfico), cadastro de pessoas procuradas e desaparecidas, dados do Detran (Departamento Estadual de Trânsito), registro de veículos furtados, roubados e clonados.

Atualmente, 559 câmeras de videomonitoramento estão ligadas ao sistema Detecta no Estado. Desde a implantação, os alertas gerados pelo Detecta ajudaram as polícias a prender 2.419 pessoas, interceptar 1.631 veículos e apreender 134 armas de fogo.

Fonte: Revista Digital Security

Segurança eletrônica no país deve crescer 6% este ano

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Ao contrário da maioria dos setores da economia brasileira, a segurança eletrônica deve crescer em 2016, e o número não é pequeno. A projeção é de 6%, o que representa menos da média verificada nos últimos cinco anos, que foi de 9%. Mas no entanto, é muito maior que o Produto Interno Bruto (PIB) projetado para este ano pelo Boletim Focus, do Banco Central, que aponta um decréscimo de 3,22%.

De acordo com a Associação Brasileira de Empresa de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), o setor encerrou 2015 com um faturamento de R$ 5,4 bilhões e pode fechar este ano com R$ 5,7 bilhões. Na distribuição nacional do mercado de sistemas eletrônicos, Minas Gerais representou 8,5% em 2015, quando as empresas faturaram cerca de R$ 460 milhões. Para este ano, deve alcançar R$ 486,5 milhões.

A presidente da Abese, Selma Migliori, avalia que o crescimento não está relacionado diretamente à criminalidade, mas a uma tendência do brasileiro em proteger o patrimônio. “Quando o Brasil não passava por essa crise econômica, tínhamos um crescimento de 10% ao ano, em média. Na verdade, esse crescimento se deve ao fato de que os valores (dos equipamentos) ficaram mais acessíveis”, garante a presidente.

Apesar de no Brasil não existir a cultura de prevenção à criminalidade, ela avalia que o cenário está mudando. “Isso ainda não faz parte da cultura do brasileiro, como na Europa e nos Estados Unidos, que são muito mais seguros que o Brasil, e onde toda casa e estabelecimento tem um sistema de segurança. Mas agora há uma tendência do brasileiro em investir nisso”, esclarece.

Selma Migliori aponta que uma das razões para o barateamento dos equipamentos eletrônicos de segurança é a substituição que a indústria brasileira tem feito ao longo dos últimos anos. Insumos importados estão sendo substituídos por nacionais.
Dentre os equipamentos que tiveram mais destaques estão os alarmes, que apresentaram um aumento de vendas de 15% em 2015, e a tendência é de manter esse ritmo de crescimento.

“Podemos citar alguns fatores que colaboram para os bons resultados do setor. Entre eles: menores custos e acesso à tecnologia; dólar alto que incentivou a produção nacional; investimento em inteligência e prevenção através do monitoramento. Esses são os principais. Hoje há muita tecnologia à disposição, monitoramento, biometria, aplicativos, internet, etc. A população está cada vez mais ligada a isso”, afirma Selma.

BH sediou o 1° Simpósio de Segurança Eletrônica de Minas Gerais, que contou com a participação de dezenas de empresários do setor. Temas como casa conectada e internet das coisas foram discutidos

Projeto de regulamentação está engavetado desde 2007 e trava expansão do setor

A Constituição distingue segurança privada e pública, no entanto, não há uma regulamentação federal do setor de segurança eletrônica. “Um mercado regulamentado, com uma lei clara, poderia ter um crescimento de até 20%”, avalia a presidente da Abese, Selma Migliori.

Há nove anos, representantes da entidade negociam junto ao Congresso a aprovação de um projeto de lei, mas ainda não há nenhuma previsão. “É um setor em que não há um ordenamento jurídico. Desde 2007 batalhamos por uma lei específica. Na ausência dela, criamos uma regulamentação, que é o Selo de Qualidade Abese”, explica. A iniciativa é semelhante ao Selo de Pureza da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), criado em 1989, que estabeleceu critérios específicos para o mercado.

A falta de uma legislação específica tem impacto significativo no país, já que a associação estima que só em 15% das residências há sistemas de segurança eletrônicos instalados – percentual que poderia ser maior.

Hoje, segundo a Abese, o aumento nas vendas tem sido relacionado a novos condomínios, preocupados com a segurança e que já são dotados de algum tipo de sistema eletrônico, ou seja, alarmes, câmeras, portaria remota, dentre outros.

Fonte: Hoje em dia