Category Archives: Mecânica Nordeste

Polo Automotivo da Jeep, em Goiana, abre 500 vagas até o fim do ano

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Oportunidades são tanto para a fábrica quanto para os fornecedores.
Interessados devem enviar currículo pela internet; não é exigida experiência.

O Polo Automotivo de Goiana, na Mata Norte de Pernambuco, anunciou, nesta terça-feira (20), a criação de 500 vagas de emprego, que serão disponibilizadas até o fim deste ano. [Veja vídeo aqui]. As oportunidades são oferecidas tanto na Fábrica da Jeep quanto nas outras 16 empresas que compõem o Parque de Fornecedores da unidade fabril. Os interessados não precisam ter experiência no ramo industrial e devem cadastrar o currículo neste site.

De acordo com a Jeep, o foco das contratações é promover o lançamento do terceiro modelo de automóvel que será produzido na fábrica, o que deve ocorrer no primeiro semestre de 2018. A primeira seleção é realizada nesta semana, com a admissão de 100 novos funcionários para as áreas de produção e logística. As outras 400 vagas serão abertas nos próximos meses.

O processo seletivo é voltado para os trabalhadores com ensino fundamental incompleto e ensino médio completo e incompleto. Assim, segundo a empresa, os critérios que serão observados durante o processo seletivo são: vontade de aprender, ética, capacidade de liderança, comprometimento e disposição para encarar desafios e entregar resultados.

Além do cadastro na internet, o candidato pode procurar a agência do Grupo Selpe, na Rua Direita, 83, no Centro de Goiana, ou o GI Group, localizado na Rua Gervásio Pires, 234, no bairro da Boa Vista, no Recife. Atualmente, o polo automotivo emprega cerca de 12 mil trabalhadores.

Fonte: G1

Empresas usam tecnologia para vender para os consumidores.

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Atualmente os consumidores estão mais informados na hora de comprar, possuem ferramentas que permitem reclamar e protestar online como o ReclameAqui, não são mais fieis as marcas e aproveitam oportunidades e ofertas. Surge o consumidor empoderado, aquele consumidor que toma as rédeas da compra, decide a melhor oferta, procura por preços e não compra do primeiro que lhe oferece, deixando de comprar de marcas com preços abusivos. Estres consumidores usam as redes sociais, sites e ferramentas de tecnologia para comparar, pedir informações e comprar.

Pesquisas mostram que 61% (Ibope 2016) dos brasileiros alteraram, ou planejam alterar seus hábitos financeiros e de consumo, afirmando a redução em gastos com lazer, pensando em poupar mais, e reduzindo gastos com carro e cartões de crédito.

Com base nesse novo cenário os fornecedores devem usar as tecnologias e a internet para mostrar ao consumidor os benefícios de optar pelo seu produto, convencendo-os da compra, usar estratégias como embalagens menores que reduzem custos, valorizar a escolha do cliente, permitir customizações nos produtos, entre outros.

As empresas precisam ter mais cuidados ao tratar com o consumidor, hoje a propagação da informação está a um clique, basta o cliente publicar nas redes sociais uma insatisfação que milhares de pessoas serão alcançadas.

A crise reforçou o consumo menor, racionalização do consumo e uma maior conscientização, onde o consumidor passa a refletir mais antes de uma compra, avalia se realmente precisa daquele produto, ou se pode esperar mais para comprar.

O marketing de hoje que é chamado “Marketing 4.0” usa estas novas tecnologias de geolocalização, realidade aumentada, big data , onde o consumidor esta no centro e tem o poder.

Pensando neste contexto, onde quem tem domínio e decisão sobre a compra é o consumidor surgiu a ferramenta “VemOferta”. Um aplicativo de leilão reverso que utiliza geolocalização para direcionar as ofertas e desejos para pessoas próximas a você possibilitando ao usuário determinar um raio de proximidade que deseja. Os interessados, então, fazem uma proposta e se comunicam pelo chat, e podem marcar um encontro presencial para fechar o negocio. A ferramenta é colaborativa, todos podem usar, se você quer comprar e não tem tempo de pesquisar, ir a várias lojas, o aplicativo fará isso por você, diversos vendedores poderão entrar em contato fazendo propostas e você poderá negociar, fazer contra proposta e fechar negócio.

A ferramenta atualmente disponível para Android (futuramente para IOs) visa dar mais autonomia e poder ao consumidor, fazendo com que o fornecedor venha até ele e faça propostas direcionadas ao desejo de consumo do cliente.

Sobre a empresa:
Idealizada no final de 2015, com o inicio da criação e desenvolvimento do produto, lançado no mês de setembro de 2016.

Atualmente conta com o criador, Renato Garcia, desenvolvedor técnico e idealizador da ideia. Também contou com o apoio da Agencia DCOR (http://www.agenciadcor.com.br) na criação da logomarca e identidade visual.

Fonte: Enterx Blog

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A nova indústria 4.0

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A última revolução industrial – ou “Indústria 4.0”, para aqueles que mantêm a contagem – evoca imagens de drones entregando encomendas, carros auto conduzidos, robótica inteligente e impressão em 3D, mas até que ponto este é um cenário real?

O relatório SmartThings Living Future, criado por um grupo de acadêmicos e futurólogos, divulgou recentemente a sua visão de futuro que descreve casas impressas em 3D, alimentos para download e cidades subaquáticas.

Mas, tal como a prancha voadora do filme De Volta para o Futuro 2, que já deveria ter se tornado real, mas não chegou a acontecer, as tecnologias só podem se desenvolver tão rápido quanto suas encarnações anteriores permitem, ou seja: elas precisam ser construídas sobre bases sólidas.

O último século e meio da inovação industrial foi marcado por inovações que levaram a indústria a trabalhar tão bem como nunca antes: a integração do ERP com outras aplicações centrais de negócio, os códigos de produtos universais e o intercâmbio eletrônico de dados (EDI) são apenas a ponta do iceberg.

A maior falha, porém, tem sido a incapacidade de se chegar a um amplo acordo sobre normas comuns. A Indústria 4.0 é dependente de conectividade, talvez mais do que qualquer outra coisa. Assim se os dispositivos e sistemas funcionam com base em complexos e variados padrões, que nem sempre interagem entre si, o que temos, na prática, é a falta de um padrão de qualquer natureza.

Para usar um exemplo menos industrial, mas bem claro: se não há padrão de interconexão, a casa conectada com um serviço de pedidos automatizado não vai ser capaz de reunir informações sobre a geladeira para saber se ela está precisando de uma reposição de suco. Ou se a máquina de lavar roupa ficou sem sabão; ou, ainda, se a máquina de café está sem cápsula.

Alavancar o potencial da Internet das coisas depende fortemente da interoperabilidade. Os Gigantes da tecnologia, que passaram tanto tempo construindo muros para proteger padrões proprietários, terão que atuar juntos novamente para chegar a um acordo sobre normas universais, utilizando frameworks de código aberto para permitir a integração entre eles e outros inovadores.

A Oportunidade da Internet Industrial das Coisas

A Indústria 4.0 envolve a informatização de máquinas e a automação utilizando a robótica, bem como a medição inteligente e a análise de dados para melhorar a eficiência, rentabilidade e segurança.

Analistas do mercado global de terceiros preveem que o investimento na Internet industrial das coisas (IIoT) chegará a US $ 500 bilhões até 2020. As empresas que introduzem automação e técnicas de produção mais flexíveis para a fabricação podem aumentar a produtividade em até 30%.

Além disso, a exploração preditiva dos ativos pode ajudar as empresas a economizar aproximadamente 12% em reparos programados, reduzir os custos gerais de manutenção em até 30% e eliminar avarias em 70%.

Essas tecnologias de automação serão impulsionadas por sensores avançados, tecnologias de big data e aplicações de máquinas inteligentes que irão colher, gerenciar, analisar dados contextuais e levar feedback ao usuário ou dispositivo na forma de informações relevantes, tudo em tempo real.

Olhemos agora para a proliferação de dispositivos móveis usando software inteligente, computadores tradicionais, servidores de big data e dispositivos da Internet das coisas. Tudo isto nos dá uma noção da magnitude dos dados contextuais disponíveis e do grande aparato orientado ao seu emprego.

Embora a IIoT ainda esteja em sua infância, sua capacidade de evoluir vai depender de quão bem essa explosão de dados estará integrada e suportada através de um ecossistema aberto de dispositivos.

 Dê um passo para trás para dar um salto gigante para a frente

Toda revolução industrial até hoje não foi capaz de estabelecer as bases que vão resolver com sucesso os desafios da interoperabilidade de dados e dispositivo. O resultado disso é que há um perigo real de a indústria tentar correr antes de poder andar.

Para evitar isso, os desafios fundamentais de integração devem primeiro ser enfrentados. As empresas ainda lutam para integrar o seu ERP com outras aplicações centrais de negócio devido à mudança de programas para a integração em tempo real, de modo a fornecer dados de saída do ERP para outros sistemas.

Muitos códigos de produtos universais, que controlam itens comerciais em lojas, ainda não estão totalmente integrados com os dados de experiência e perfil do cliente, o que significa que é mais difícil oferecer ofertas personalizadas baseadas nas preferências. Além disso, o intercâmbio eletrônico de dados (EDI) – e outras habilidades das empresas de trocar documentos eletronicamente – ainda não foi totalmente resolvido, como também os formatos de mensagens ainda não estão padronizados.

E enquanto esses problemas básicos existem, um desafio muito maior de interoperabilidade aparece. Isto é, uma falta de interoperabilidade entre os dispositivos e máquinas que usam diferentes protocolos e têm diferentes arquiteturas. Os gigantes da tecnologia que foram os primeiros inovadores da web, incluindo Google, Amazon e Apple têm usado seu poder de criar ecossistemas fechados que eles controlam sozinhos.

Isto levou outros fornecedores e parceiros a seguirem o exemplo, criando os seus próprios padrões para o desenvolvimento de aplicações baseadas em sistemas operacionais ou dispositivos proprietários. Surgiu assim um desafio de interoperabilidade muito real: a falta de normas comuns com dispositivos e sistemas populares que não compartilham dados com o outro se não estiverem conectados dentro do mesmo ecossistema.

Os gigantes da tecnologia precisam encontrar uma forma de cooperação que não ameace o atual padrão IP de conexão, ao mesmo tempo em que constroem um padrão aberto mutuamente benéfico que estimule a colaboração na perspectiva do desenvolvedor.

Algum progresso foi feito pela organização sem fins lucrativos Industrial Internet Consortium, mas não é o suficiente. Estes gigantes têm a capacidade de decidir como a IIOT se desenvolve e cabe a eles promover, de fato, a colaboração que irá tornar mais célere e efetiva a inovação na área da indústria.

O papel da arquitetura aberta e das linguagens web

As tecnologias alicerçadas em uma arquitetura aberta vão ajudar as empresas a aprender e desenvolver sistemas que se integram de forma prática e produtiva. Isto inclui a construção de novos frameworks de tecnologia aberta como NativeScript e React Native, que ajudam os desenvolvedores a desenvolver aplicações IIoT para trabalhar em todos os sistemas e com capacidade de compartilhar dados entre eles.

As empresas devem incentivar os desenvolvedores IIOT a usarem linguagens web para escalar aplicações em qualquer dispositivo ou plataforma. O JavaScript é uma linguagem web popular e a única que roda em qualquer plataforma. É também a única a empregar o conceito “escreva uma só vez e execute em qualquer lugar”.

 Abertura para todos

Ecossistemas fechados são, provavelmente, a maior ameaça para a IIoT bem-sucedida. Se os players industriais querem tirar proveito e acelerar a sua própria transformação digital para conduzir novos modelos de negócio; ou se querem aproveitar as oportunidades de receita e de mercado, então eles devem olhar mais de perto as tecnologias abertas e seguras e começar a inovar para a IIoT de hoje. Integrar o legado com o futuro, esta é a única forma de avançar de fato com a indústria 4.0, ao invés de nos dedicarmos apenas a belos cenários futurísticos.

Fonte: Porto Gente

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Porsche usa lições de crise interna para auxiliar empresas brasileiras

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Diretor-geral da consultoria da marca no país, Rüdiger Leutz demonstra preocupação com planejamento de companhias 

O suporte a empresas em momentos de instabilidade compõe o motor da Porsche Consulting, criada em 1994, após a montadora alemã passar por processo de reestruturação, forçado por grave crise interna. O primeiro escritório da empresa fora da Europa abriu as portas em 2010, em São Paulo, e presta serviços a companhias de diferentes áreas; inclusive a concorrentes da fabricante de automóveis esportivos. Em visita a Porto Alegre, onde participou de evento da Câmara Brasil-Alemanha nesta quinta-feira, o diretor-geral alemão da consultoria no Brasil, Rüdiger Leutz, falou à coluna sobre os desafios das indústrias em tempos de recessão. Disse que o momento é de “apagar o fogo”, mas demonstrou preocupação com o planejamento ; ou a falta dele; nas empresas.

Recessão e mudanças

“A Porsche passou por uma crise existencial na década de 1990. Acreditamos que um período assim é uma chance para as empresas começarem a mudar. Apontamos onde está o desperdício nas companhias, tanto operacional quanto empresarial. Hoje somos 21 consultores no escritório de São Paulo e atendemos a mais de cem clientes no Brasil. Também utilizamos nossa estrutura para trabalhar com empresas de países como o Chile.”

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Inovação e produção enxuta são receitas da Porsche Consulting Brasil

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Apesar do nome Porsche remeter imediatamente à empresa automobilística, o grupo possui outras áreas de atuação, através de empresas vinculadas, que cada vez crescem mais. Uma delas é a Porsche Consulting, que registra um faturamento global de € 85 milhões ao ano. O diretor-geral da Porsche Consulting Brasil, Rüdiger Leutz, informa que cerca de 20% da receita da companhia é oriunda de serviços prestados à Volkswagen (que possui a marca Porsche) e 80% de clientes externos. O executivo esteve na semana passada no Estado prestando consultoria para o grupo gaúcho Ouro e Prata. Leutz explica que os empreendedores querem saber como a Porsche faz a otimização de seus processos. Justamente esse conhecimento é repassado pela consultoria. Além da sede na Alemanha, a Porsche Consulting possui filiais na Itália, Estados Unidos, China e, desde 2010, no Brasil, em São Paulo.

Jornal do Comércio (JC) – Como surgiu a Porsche Consulting?

Rüdiger Leutz: A empresa Porsche, a montadora, passou por uma grande crise no começo dos anos 1990, e a família Porsche falou: precisamos mudar alguma coisa ou vendemos a companhia. Isso porque a empresa quase faliu. Eles contrataram uma consultoria japonesa, que trabalhava dentro do sistema da Toyota, de melhoria contínua, sistema Lean (manufatura sem desperdícios), e conseguiram mudar a empresa. Hoje em dia, a Porsche é a montadora mais rentável do mundo. Logo depois da crise, vários empresários perguntaram para o presidente da Porsche como ele havia feito aquilo, transformar uma empresa quase quebrada em um sucesso, e na terceira vez que ele contou, decidiu montar a consultoria para vender esse conhecimento.

JC – Qual foi o trabalho desenvolvido com a Outro Prata?

Leutz – A Ouro e Prata é melhor do que a Porsche. Porque a Porsche precisou de uma crise muito forte para mudar. Uma crise é uma oportunidade, pois todo mundo sabe que precisa alterar alguma coisa. A Ouro e Prata se encontra em uma situação boa e já está pensando como fazer para crescer futuramente, como manter a competitividade. O foco do trabalho é analisar os processos e a administração da companhia.

JC – Quais os segmentos que mais procuram os serviços da consultoria?

Leutz – A área automobilística é a principal, mas trabalhamos forte também com a indústria de aeronaves e estaleiros. Em São Paulo cresce muito o setor da construção civil. Atualmente, verificam-se frequentes atrasos nesse segmento. Qualquer pessoa que comprou um apartamento sabe que se fala uma data de entrega, porém sempre atrasa. Esse atraso, na visão da Porsche, é desperdício. As empresas necessitam melhorar os processos para entregar o produto na hora certa e evitar o retrabalho. A área de serviços, como a dos bancos, também está buscando consultoria.

JC – Quais medidas podem ser tomadas para as empresas se tornarem mais competitivas?

Leutz – Sempre falamos que, para fazer uma melhoria, é preciso que se tenha indicadores para medir. No final de uma consultoria, não basta só falar: acho que está melhor. Para cada empresa, cada indústria, é um indicador diferente. Para uma companhia que tem produção, o indicador é bem claro: quantas coisas eu posso fazer com os meus funcionários. Se hoje estou fazendo 100 e prevejo que o mercado demandará 200, mas eu não quero contratar mais funcionários, como posso fazer isso? Tem que melhorar o processo.

JC – Que outros indicadores podem ser adotados?

Leutz – Na indústria de alimentos, por exemplo, um foco é reduzir o tempo entre a fabricação do produto até quando o item chega ao consumidor. Quanto mais curto esse prazo, a qualidade do alimento é melhor e vende mais. Tornar os processos mais enxutos, para assegurar o crescimento, mas sem aumentar o custo fixo. Crescer com grandes aumentos de custo é fácil.

JC – No caso de um país, que ações seriam necessárias para que uma nação consiga ser competitiva no mercado internacional?

Leutz – Inovação é um ponto. O sistema econômico da Alemanha, por exemplo, é muito forte e apoia-se nas inovações. O país investe cerca de 3% do PIB, a cada ano, em inovações. A China é muito boa em copiar as coisas. Porém, se você tem um potencial muito grande para inovar, isso não faz mal, porque quando surgir a cópia, você terá algo novo e fica como uma força econômica permanente. O Brasil está começando a pensar mais em inovações, para não ficar apenas na produção. Outro ponto chave é a educação e a distribuição das riquezas, a diminuição da desigualdade social.

Fonte: Jornal do Comércio

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