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3 áreas que mostram o por que o êxito de participar da Feiplastic não está somente em investir no m²

conteudo

No último texto mostramos como uma feira de negócios possibilita diversas oportunidades para colocar a sua marca em evidência frente aos seus clientes e prospects. Todas as dicas apresentadas foram com um olhar “além do estande”, mas ainda tomando como exemplo a maior feira da indústria do Plástico na América Latina, a Feiplastic, que acontecerá de 03 a 07 de abril de 2017, vamos destacar 3 áreas que completam o seu investimento em metro quadrado

Se as ações relatadas anteriormente exigem investimento por parte do expositor, as ferramentas aqui apresentadas são disponibilizadas sem custos para cada marca, assim que um expositor fecha sua participação na Feiplastic. Conheça as oportunidades de marketing e comunicação que fazem da sua exposição a mais potente e completa ferramenta de marketing e vendas.

1. Conteúdo

É a área que se aventura em captar a experiência, perspectivas e conteúdo relevante dos expositores e dos visitantes. Todo conteúdo captado por eles vira uma arte diferenciada, alimentando todo o mercado de informações. Um texto vira um infográfico, uma entrevista vira um vídeo, o relato de uma experiência vira uma história, e por aí vai. O objetivo dessa área é criar, distribuir e divulgar o evento e seus expositores em vários formatos para dar visibilidade as marcas e atrair os visitantes certos.
Produtos: vídeos, entrevistas com os expositores, infográficos, White Papers, e-books, webinars.

2. Marketing

Sem os esforços dessa área não haveria histórias para o Conteúdo “deitar e rolar”. Na verdade, nem haveria evento! O marketing que determina os produtos, atrações e serviços que possam interessar os visitantes. E é aquele que dá o sangue para trazer público qualificado para a feira. Os materiais que os expositores redirecionam para essa área é constantemente usado em e-mails marketings enviados à valiosa base de dados do evento.
Produtos: entrevista eletrônica, e-mail marketing, aplicativo, material promocional online, convite eletrônico, showroom virtual, Recap Matchmaking (recomendações de empresas/produtos no site oficial do evento).

3. Assessoria de Imprensa.

A importância da Assessoria de Imprensa em uma feira de negócios é proporcionar um grande holofote para as marcas participantes na mídia. A imprensa busca revelar as potencialidades e as forças da feira, por isso é um momento determinante para que os expositores se voltem para imprensa, afim de mostrar seus lançamentos e produtos para o público, atraindo ainda mais exposição para a marca dentro do evento.

Os expositores que munirem essas 3 áreas de conteúdo no pré, durante e pós evento, irá conseguir gerar leads, branding e maior engajamento entre os principais stakeholders da empresa.

Despois dessas informações, você já sabe “como se faz”, então comece o quanto antes impulsionar sua participação na Feiplastic!

  

Já  fechou sua participação? Entre em contato!

Conteúdo: Monise Hernandez T +55 (11) 3060-4947 Emonise.hernandez@reedalcantara.com.br

Marketing: Luís Paravato T +55 (11) 3060-4860 E luis.paravato@reedalcantara.com.br

Assessoria de Imprensa: Myrian Vallone T +55 (11) 3030-9404 E myrian.vallone@2pro.com.br

*Texto produzido por Andressa Bezerra – Reed Exhibitions Alcantara Machado

ABIPLAST e ABIMEI confirmam presença na Feiplastic 2017!

Para as duas principais associações do mercado, é na Feiplastic que surgem as novas oportunidades para a indústria do plástico. A feira é a oportunidade ideal do empresário discutir sobre seu próprio negócio, além de participar da integração entre a indústria e as transformações do plástico. A Feiplastic 2017 já tem data para acontecer: de 03 à 07 de Abril, no Anhembi. Se cadastre clicando aqui para acompanhar todas as novidades para evoluir no mercado da indústria do plástico!

FEIPLASTIC 2017 é lançada com Empresas e Associação do Setor

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Siresp e Abiplast já são apoiadoras do evento. Já no lançamento, mais de 100 marcas estiveram presentes

 

Final de ano  é sempre um período de revisões e decisões. Além do cenário pessoal, é um momento que as marcas decidem os caminhos dos próximos anos. E no dia 04 de dezembro, muitas empresas do mercado da indústria do plástico já fizeram a opção de estar junto da FEIPLASTIC – Feira Internacional do Plástico. Foi quando aconteceu o lançamento oficial do evento, que reuniu mais de 100 empresários em um café da manhã no Hotel Renaissance, em São Paulo.

A FEIPLASTIC acontece em 2017, mas, desde já, está movimentando a economia do setor. “A indústria de transformação do plástico reúne no Brasil 12.500 empresas, e é um dos cinco maiores setores industriais, no qual estão os melhores salários. Com tamanha representatividade, a Abiplast quis como parceiro a melhor promotora do setor de eventos. Por isso, continuamos com a Reed na organização de Feiplastic”, afirmou José Ricardo Roriz, presidente da Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico. Além da Abiplast, mais de 15 associações de mercado estão apoiando a FEIPLASTIC.   Outra associação de destaque que já está confirmada  como apoiadora oficial é o SIRESP.

“A Feiplastic vem de uma tradição de feiras da indústria do plástico que prosperaram em momentos econômicos muito mais difíceis do que o de agora, durante as décadas de 1980 e 1990, por exemplo. Por isso nosso otimismo, essas são parcerias onde o oportunismo não tem espaço. Com a quantidade de agentes que já podemos ver aqui neste lançamento, mais de um ano antes do evento, tenho certeza que a Feiplastic vai ser palco de grandes negócios para expositores e compradores”, explica Paulo Octávio Pereira de Almeida, Vice Presidente da Reed Alcantara, organizadora do evento.

Já na ocasião, o botão de start da comercialização dos espaços na feira foi apertado. Marcas de todos os setores relacionados a indústria de transformação do plástico já pode navegar pelo site e conhecer o universo da maior feira do setor em toda a América Latina.

Plástico na construção – Uso dos polímeros se consolida

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A Tigre divulga há anos que a participação de tubos e conexões representa menos de 3% do custo de uma obra, informação oriunda de um longo período de acompanhamento do segmento. Na Europa, segundo a empresa portuguesa Ambiente, especializada na reciclagem, a participação dos materiais plásticos representa 10% de uma casa média. Outro dado europeu indica que 17% do total da produção da indústria de plásticos é consumido pela construção civil. No Brasil, não há muitos dados, mas a Abiplast estima, em seu relatório mais recente, que 14,6% dos plásticos transformados sejam absorvidos em canteiros de obras.

Os números podem ser ainda mais impressionantes, como destaca Carlos Teruel, gerente de produtos da Tigre. Apesar de ressaltar que os dados citados acima se restringem ao nicho de tubos e conexões, ele argumenta que já existem construções quase que totalmente baseadas no PVC. “As partes que fogem do material são a base de concreto, a estrutura metálica e o telhado galvanizado. Todo o restante é plástico”, diz ele. O especialista lembra que o preenchimento das paredes, nesse caso, é feito normalmente, com o uso de concreto leve, embora possa ser executado até mesmo com areia, em construções temporárias. “Diante de todas estas opções, não é possível ser exato, mas facilmente esta participação pode passar de 50% da obra”, informa. Para os especialistas da Sabic, um dos grandes fabricantes mundiais de plásticos de engenharia, não existe nenhuma norma que indique o uso de materiais específicos para uma aplicação determinada, caso do PVC para tubulações. Na avaliação deles, cada polímero, com seu desempenho específico, acaba sendo aplicado quando existe uma boa relação entre desempenho e custo. Segundo a empresa, os plásticos de engenharia são muito utilizados atualmente na área de acabamento das obras (componentes internos de metais, acessórios para banheiro/cozinha, chapas de PC), elétrica (interruptores, disjuntores) e na infraestrutura de construção (formas).

Não há dados percentuais sobre o uso de termoplásticos de engenharia (ETP) na área de construção civil, mas se estima que seja crescente a presença desses materiais. Para a Sabic, existem mais empresas com o arrojo necessário para converter peças metálicas, cerâmicas, termofixos, incluindo madeira, em ETP.

Viviane Glugovskis, especialista em desenvolvimento de produtos da Mexichem Brasil para as marcas Amanco e Plastubos, prefere não arriscar uma estatística e diz que o índice de utilização de materiais plásticos pode variar de obra para obra. Independentemente de métricas exatas, os técnicos ouvidos nessa reportagem são unânimes em afirmar que o plástico ganha um espaço cada vez maior na construção civil. E mesmo em espaços tradicionais, como nas obras enterradas de saneamento, onde o PVC amplia sua participação. A maior inovação, de acordo com Teruel, da Tigre, é a tubulação de polietileno reticulado (PEX), totalmente flexível.

Esse produto permite as ligações ponto a ponto, usando um número reduzido de conexões. O resultado, na obra, é maior estanqueidade, alta flexibilidade e mais rapidez na hora da instalação. A durabilidade é outra característica desse tipo de produto, na avaliação da Tigre, uma vez que as conexões são fabricadas com polissulfona (PSU) e não sofrem corrosão. O PEX segue um processo de evolução, ganhando mais terreno, ao lado de materiais que já estão se tornando tradicionais nas linhas de esgoto e na soldável para água fria.

Além dessas duas, Teruel ressalta outros dois segmentos que representam uma parcela considerável do faturamento da empresa: o CPVC para água quente e os eletrodutos e acessórios plásticos para eletricidade predial. “Ambos já estão virando tradição, tanto para a Tigre quanto para o mercado, recaindo naqueles casos em que o nome comercial da linha vira sinônimo do produto”, argumenta o executivo.

Viviane, da Mexichem, concorda com Teruel ao destacar o PEX. “A principal inovação são os sistemas maleáveis como o PEX monocamada, utilizado para água quente e fria, e o PEX multicamadas, indicado para gás”, complementa. Ela avalia que as principais aplicações de tubulação plástica em uma obra são sistemas de esgoto, água quente e fria, além de reservatórios.

Fonte: Plástico.com.br

Covestro mantém apoio ao projeto de volta ao mundo do avião movido à energia solar

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A Covestro, uma das principais fabricantes mundiais de polímeros, anunciou hoje a extensão do patrocínio ao projeto Solar Impulse; o avião deve completar a jornada ao redor do mundo em 2016.

A Covestro, antiga Bayer MaterialScience, tem sido parceira do Solar Impulse desde 2010 e também é parceira técnica oficial do projeto. A empresa foi responsável pelo projeto e construção do cockpit Si2 que utiliza avançados sistemas de poliuretano e policarbonato, reduzindo significativamente o peso do avião e garantindo proteção ao piloto.

“Para nossos colaboradores e clientes, o projeto Solar Impulse tornou-se um símbolo da inovação da Covestro assim como da nossa capacidade de fornecer uma série de soluções inovadoras”, afirma Patrick Thomas, CEO da Covestro. “Estamos felizes em manter o apoio a esta jornada inspiradora, pois ela simboliza nossos valores corporativos – Curiosidade, Coragem e Colorido”.

Compromisso com a sustentabilidade

“A sustentabilidade está no centro da nossa estratégica de negócios”, explica Richard Northcote, Chief Sustainability Officer da Covestro. “O compromisso com o Solar Impulse inclui o nosso papel como um dos principais patrocinadoras da jornada no trecho de voo que cruza a América, que será reiniciado em 2016. Conforme mais consumidores buscarem produtos eficientes do ponto de vista de energia e os governos começarem a implementar os objetivos do Pacto de Desenvolvimento Sustentável da ONU, este projeto terá um grande papel ao mostrar ao mundo como a tecnologia existente hoje pode contribuir para alcançar o que muitos consideravam impossível”.

As tecnologias desenvolvidas para o projeto já são utilizadas em vários produtos dos setores automotivo e de refrigeração. Além disso, os revestimentos usados no avião também estão sendo usados em muitos outros setores industriais.

Cooperação entre as equipes da Covestro e do Solar Impulse

Bertrand Piccard, criador, presidente e piloto do projeto Solar Impulse, comenta: “Graças ao adiamento em nossa aventura, a Covestro poderá voar conosco e demonstrar sua essencial contribuição ao Solar Impulse. Todos os parceiros do projeto compartilham a nossa visão de um futuro mais limpo e o envolvimento contínuo do Patrick Thomas e do time Covestro confirmam o compromisso da empresa a fim de alcançar este objetivo”.

Andre Borschberg, co-fundador, CEO e piloto do projeto, acrescentou: “Nós valorizamos a ajuda técnica, o compromisso e o espírito inovador da Covestro desde 2010 e queremos trabalhar ainda mais em parceria nos próximos três anos”. “Por experiência própria eu digo que o cockpit projetado pela Covestro para o Si2 fornece conforto para voarmos e trabalharmos. Queremos voltar para dentro do cockpit para o próximo trecho da viagem em 2016”, complementa.

A Covestro também apoia a iniciativa “Future is Clean”, parte do projeto Solar Impulse, que reúne apoio global para o uso da chamada energia limpa, seguindo a ratificação dos objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e antecipando a Conferência sobre Mudança Climática da ONU (COP21), agora em dezembro.

Com vendas de 11,8 bilhões de euros em 2014, a Covestro é uma das maiores companhias de polímeros do mundo. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e as indústrias de esportes e lazer. A Covestro, anteriormente conhecida como Bayer MaterialScience, possui 30 sites de produção ao redor do mundo e emprega cerca de 15.700 colaboradores (até o final de setembro de 2015).

*Na foto Richard Northcote (CSO da Covestro, meio), Bertrand Piccard, Iniciador, Chairman e Piloto do Solar Impulse (esquerda) e André Borschberg, Co-Fundador, CEO e Piloto do projeto (direita).

Fonte: Covestro